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Ninguém.

Vinícius

Vinícius
Cantou o amor, encantou nossos sonhos. Homenagens, singelos agradecimentos.
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Brasil: Um país de poucos

Noooooooooooooooooooooooossaaaaaaaaaaa!
Que maravilhaaaaaa..!!
Estou impressionado com o Auxílio-reclusão. Você conhece? Não? Sério? Poxa vida cara!
Deixa o titio explicar, é o seguinte:
O Auxílio-reclusão é um benefício aos presidiários do Brasil. É, é sim. Veja você:
"O auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes do segurado recolhido à prisão, durante o período em que estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto. Não cabe concessão de auxílio-reclusão aos dependentes do segurado que estiver em livramento condicional ou cumprindo pena em regime aberto."
Fonte: Site da Prividência Social: http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

Legal né?

Eu gostei, achei ótimo!

Mas veja bem as vantagens:

Você precisa ser preso. Isso, ser preso. Precisa ser um criminoso. Mas não seja apenas um criminoso fuleiro, seja um bom criminoso, porque criminoso que preste está dentro dos parâmetros para receber o "auxílio".

Você não pode estar recebendo auxílio-doença, aposentadoria ou abandono de permanência em serviço, por favor hein..

Outra coisa: É preciso estar num prazo de reclusão ocorrido dentro de um prazo de manutenção da qualidade do segurado, entre outras coisas que se você for no site, entenderá. Veja a tabela de classificação de salários no site da Previdência Social.

A parte que eu mais gostei foi de saber que um 'bandido com 5 filhos', além de comer e beber nas costas de quem trabalha, além de comandar o crime de dentro das prisões, ainda recebe auxílio monetário MENSAL de R$3.760,60!

Entonces, me expliquem por que um sujeito que foi assassinado não tem sua família recebendo auxílio de uma bolsa de R$752,12 a partir de 1º de fevereiro de 2009?? Han han?

Outra coisa: Existe alguém do "Direitos Humanos" (que nojo destas duas palavras juntas!) defendendo algum tipo de bolsa para as vítimas desses pobres criminosos?

Muito bom tudo isso, veja você que um adolescente pode passar o final de sua adolescência numa prisão, dos 16 aos 18 aninhos, recebendo normalmente, veja: "Equipara-se à condição de recolhido à prisão a situação do segurado com idade entre 16 e 18 anos que tenha sido internado em estabelecimento educacional ou congênere, sob custódia do Juizado de Infância e da Juventude." e ainda por cima pode renovar o singelo salário a partir da maioridade, veja: "Após a concessão do benefício, os dependentes devem apresentar à Previdência Social, de três em três meses, atestado de que o trabalhador continua preso, emitido por autoridade competente, sob pena de suspensão do benefício. Esse documento será o atestado de recolhimento do segurado à prisão."

Então, não vá estudar porríssima nenhuma, vá ser vagabundôohohohohoo..
Concurso? Pra quê? Trabalhar, pra quê? Vá ser preso e tenha pelo menos uns cinco filhos, porque o salário fica mais de R$ 3.000,00.

Feliz Ano Novo!
Um 2010 repleto de satisfações e tal..

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

CPI

Campanha dos Putos Infelizes

sábado, 9 de maio de 2009

Espaçonave Mental

Existe?
Sei lá se existe. E o que isso tem a ver?
A minha reclamação não procede e nem a de ninguém pelo fato de existir ou não, e talvez saber ou não da existência não signifique nada.
A Terra tem algolhões de coisas para fazer, tem sempre alguma coisa para ser comentada.
Chega de rodeio. O fato é que num desses domingos da vida passava o jogo e eu todo empolgado até os vinte minutos do primeiro tempo, comecei a pensar o porquê de eu estar torcendo e vibrando com onze homens de cada lado. Inicialmente eu me empolguei, claro! O problema é que depois entrei numa crise ferrenha, tentando compreender o motivo de uma bola fazer tanta confusão. Confusão digo, porque teve briga por todos os lados e até na torcida.
Um composto circular - não digo perfeito - de algum material que não especificamente qual, faz muita gente suar, reclamar, viver e até galgar um preparo físico inigualável em função de uma criação que supostamente é natural da vida, e se você não se perguntar o porquê, acaba aceitando e morre sem saber do que se trata.
Foi cruel, antes do final do primeiro tempo eu já estava em crise e com o sistema nervoso alternado, procurando respostas no meu cérebro. Mas quem disse que os neurônios funcionavam? Melhor deixar pra lá, isso não vai mudar nada. Preferi desligar e fechar os olhos, passei a tarde de olhos fechados até melhorar. E depois de mais meia hora me perguntei: O que eles estão fazendo? Qual a necessidade disso? Machado de Assis não é muito mais fundamental para uma mente humana? Bem, acabei vendo outro jogo depois de tudo.
Mas ainda não foi o fim dessa viagem à estratosfera cabeçal. Levantei para pegar o controle da televisão e a pilha não funcionava. Isso me irritou completamente. A pilha é a fonte de vida da vida que não existe sem pilha. Como um controle vai funcionar sem ela? Irritante né? Pois é, isso é completamente destruidor, fico neurótico.
Não posso acreditar nunca num controle e nem numa tv e nem num rádio e nem em nada de alta tecnologia porque simplesmente a pilha tem prazo de validade. Tudo tem prazo de validade, mas a pilha é a fonte da existência dessas coisinhas inventadas pelo hominis.
Aí de repente meu cérebro me diz de algum lugar de dentro dele que a pilha não é a fonte da vida das coisinhas, porque a energia é. Basta pagar em dia que o negócio funciona e tem energia suficiente da natureza pra gente gastar e nem precisa de pilha para fazer funcionar, basta ligar. Contudo o que meu cérebro não atentou, é que a pilha é que muda o canal, porque justamente o botão que faz isso está quebrado. Desta vez eu tive certeza de estar certo, realmente eu pude questionar a pilha neste contexto porque ela era a protagonista dessa celeuma de loucuras modernas.
Logo após, pensei que não era necessário ser somente a tv e os eletrodomésticos. Ora, podia ser um videogame pequeno, desses que a gente pede pela AVON, que precisasse unicamente de pilha. Mas meu cérebro já não queria discutir isso e me propunha à mente que desfrutasse doutros pensamentos, a me deixar questionar sozinho e nem discutiu mais a moral da coisa. Papo encerrado!
Por pouco tempo, pois pra mim, após reflexões, pode não ser a fonte da vida dessas coisinhas que se mexem inanimadamente, mas são a razão de essas coisinhas se mexerem. E essa eu ganhei!
E ganhei porque compreendi e guardei na memória a resposta para quem perguntar: As pilhas são a razão do mexe-remexe e alternância de canais, e ainda por cima são autosuficientes. Ou seja, vivem indepentes. O problema é que elas não duram o suficiente para fazer mais que o necessário.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

É Natal...

E outras coisas também.
O Natal é muita coisa, e coisa é mais muita coisa ainda.
Isso é completamente idiota! Entendo...
Mas querendo ou não, é universal; é uma manifestação de todos que cercam os ares dominantes da Terra. Esse momento mexe com todos nós, nos transforma: deixa alguns tristes e outros alegres; outros fingem não sentir nada.
Sempre há os amores que vão e vêm, os que prometem e os que rompem, todos entre mentiras e verdades, e entre as versões das verdades. É uma luta constante, um momento único, onde a sensibilidade parece aflorar mais do que o normal, mas se é assim mesmo não sei, só sei que é Natal.
Feliz Natal a todos, com muito amor, paz e saúde, porque isso é o principal. Amor, saúde e paz estão dentro de nós, não precisamos comprar ou procurar longe da gente.
Chega 2009, na impressão, no papel, no pensamento, pois é um ano a mais, diferente claro!, mas é um ano como todos os outros, que renasce das cinzas, que promete, que inicia repleto de metas e juramentos e promessas, e que esperamos todos, que chegue mais próximo do possível as possíveis promessas feitas por todos.
Feliz Natal novamente, e um Ano Novo com mais possíveis verdades.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Estilo democrático

Olha, é realmente engraçado o que se passa em determinados momentos perante o público dentro de ocasiões pré-determinadas no nosso país – não apenas no nosso – visto que podemos entender tal afirmação a partir do ponto de vista do estilo de época por uma simples razão: o povo e seu tempo.
O povo de ontem não é o povo de hoje e assim por diante, ninguém é o passado, contudo pode refletir o passado; tão poucos o futuro, uma vez que não se têm certezas, salvo especulações.
Em nosso tempo, são inúmeros artifícios para ratificar a presença das boas ofertas e procuras, corroborando assim a a liberdade dentro dum país tão democrático, e veja, essa democracia nos permite veredas por entre a face tão docemente molhadas.
Por esses dias, chegaram convites e mais convites para uma bela leitura de ordem política, nas quais cartas revelam fatos a que nem temos o mínimo de conhecimento, fatos que políticos próximos às Eleições necessitam explicar e expôr para a melhor compreensão do povo. Nada contra, mas é sempre em determinada época: as épocas, agora, são dentro doutras épocas, são momentos curtos, a vida parece ter vinte anos – se não for mais – dentro de quatro ou menos. E o mais impressionante de tudo, é que você é o responsável. É, é sim! Você é o responsável porque você pôs um arrivista para governar.
Impressionante! Muitos recebem cartas, são “os grandes responsáveis” pelos postos devidamente ocupados, uma vez que não interessa se em quem você votou perdeu, mas o que interessa é que você votou e é responsável pelo fato de um cidadão que se diz governante de um povo de determinada região representar você e você dispor de tempo, ouvidos e culpabilidade por anos de corrupção e ainda por cima ter que saber próximo ao novo processo eleitoral tudo que se fez às escondidas, como por exemplo construções de casas para desabrigados, dinheiro para construção da quadra do bairro com o nome do fulano de tal, entre tantas outras alegações que sinceramente, era melhor nem saber; e tudo isso, porque você precisa saber o que está se passando.
Hoje em dia é idiota quem quer, é o caso de não saber o que se passa no país por exemplo. Se você é um cidadão que não sabe o que um político está fazendo na sua cidade, você é o culpado, não só porque foi você quem o pôs lá, mas porque você tem a obrigação de fiscalizar, é, você é importantíssimo para a União, a democracia precisa de você e você como cidadão tem a voz mais forte e poderosa do país. Faça acontecer, chame a mídia, brigue, lute, saiba, assista televisão para saber o que se passa, pois depois você será cobrado, e não esqueça de votar. O que esqueceram, foi de pagar o salário para tanta fiscalização, uma vez que os fiscais recebem muito bem para encobrir os buracos sistema dentro de cada ocasião.
É, não é fácil não. As vezes é de se pensar onde se conseguirá tempo para ler uma obra de Machado de Assis, ou então, de fazer um exercício com a filha, ou de discutir algo importante com a família, ou de tentar ter uma visão progressiva em termos de cultura, de crescimento pessoal com a mulher, ou com a mãe, ou com algum político, não dá, simplesmente não dá. Ninguém quer ouvir você, eles querem fazer o que tem de ser feito e você também quer o mesmo, porque não há quem lute contra isso. O dever do cidadão além de obediência, é sentar em frente a televisão ou então ouvir em rádio, o que se passa no lugar onde vive, pois patriotismo sempre é bom e você será cobrado, o ideal é responder corretamente quando perguntado.
É obrigatório você estar todo domingo de eleições de dois em dois anos – daqui a pouco é de um em um – cumprindo seu papel de cidadão, gastando dinheiro, tornando-se responsável por mais quatro anos pelos cargos cabíveis da determinada votação e ainda por cima, promovendo-se ao máximo status enganador momentâneo de ser importante socialmente até que se passe aquele momento sigilosamente sutil. E outra coisa, no dia da votação ônibus é “de grátis” e você não gasta nada, porque você quem escolhe; você só gasta com o restante: ônibus lotados com arruaceiros impondo medo sobre as pessoas, sol lindo e maravilhoso como se fosse ir para a beira do mar com uma água de coco bem gelada, colégios o mais distante possível das casas das pessoas, deixando a cidade como se fosse uma salada de frutas, totalmente misturada. São situações que te levam a tomar outras decisões, como pegar um táxi, comprar água e coca-cola para tomar, comprar sombrinha que eles vendem no dia para ficar embaixo daquele sol delicioso enquanto a fila não anda – em alguns lugares, esperar em fila de banco é muito mais aconchegante – e ainda por cima ter disposição a trabalhar caso seja chamado, por amor ao país, tendo que lavar louça, roupa diária, farda do marido e dos filhos, e tanto mais para ver se no fim do dia, dá pra assistir pelo menos a variada programação da televisão brasileira: de Faustão a Sílvio Santos, de Sílvio a Domingo Espetacular – esse bem melhor – e ter de levantar bem cedo na segunda-feira.
Salve a pátria, salve a patroa... salvesse quem puder! Mas não deixe de votar!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Pára nóia...

Hoje eu resolvi escrever sobre algo que vinha pensando. Na verdade, meu cérebro trabalha incessantemente e me faz pensar cada bobagem que as vezes entro em dúvida se sou mesmo louco ou apenas paranóico, e isso é bem sério.
Não era bem isso que eu pensava, mas é bom sempre falar, até porque ajuda.
Lembro dos meus pais que tanto amo me levando a vários médicos que adoravam extorquir dinheiro alheio, igual ao que alguns - quase todos - os governantes fazem com o povo. De quanto eles me faziam eletrons da cabeça para procurar algum tipo de desvio ou ainda alguma doença ligada ao cérebro, tudo isso, na época em que o Transtorno Obsessivo-Compulsivo ainda não era bem uma doença - apesar de descoberto a mais de um século -, era na realidade um tipo de frescura perante a sociedade sem cultura e principalmente sem respeito como é a brasileira, fundamentalmente influenciada pela miscigenação de tudo que se possa imaginar, porém que não durou tanto tempo assim, visto que tudo que é considerado lindo pelos americanos, deve ser maravilhoso para os subalternos, logo uma doença séria dessas - alguns anos depois - deveria ter a atenção necessária aos olhos do bem estar social e íntimo, uma mera questão de saúde mental logo assimilada pelas gerações modernas e necessitadas de culpas aliviadoras de dores como a nossa. Todavia, essa era a menos importante das possíveis causadoras dos caos que haviam no mundo ao redor da nossa família, pelo menos do que se tratava de vida familiar.
Andar com um bando de garotos supostamente malucos, que em união - não com o mal - detonavam casas e quebravam carros de oficinas durante a noite, e logicamente que as casas encontravam-se vazias, portando, os garotos eram corajosos, era impressionante! Além de entrar na casa do vizinho quando ele saía fim de semana, juntar várias lâmpadas no gramado, passar fios por volta delas, depois subir no muro e puxar para ter o prazer de ver o campo society virar aquelas fumaças de shows de rock, associados à não comprovação do TOC bem como nenhuma doença física cerebral em especial, levaria, como foi feito, meus pais a me levarem a um especialista da mente, obviamente um psicólogo, que me deixou totalmente irritado porque, eu me sentia mais doido do que aparentava ser, sem contar o cabelo raspado e o dente quebrado, e as feridas e cortes pelo corpo, que tornava tudo isso preocupante inclusive pra mim, e me sentia em crise e tinha medo de não conseguir superar-me a partir de então. Além do mais, um amigo em especial disse-me, que se já era difícil superar, imagine agora com a certeza de ser maluco, mas o que ele não sabia, era que ele fez tudo que fiz, contudo não foi a médicos.
Passado o devido tempo, foi passando certos comportamentos, foi chegando a hora de pegar mulheres e entreter-me com outras coisas, fato. Fato consumado, assim foi. Até que diante da crise emocional fui superando cada obstáculo com certo afinco e tamanhos resultados satisfatórios, nada mal.
Até que chegou o dia em que discuti isso com meus pais, e pronto, discussão negativa, porém, lacunas preenchidas. Por isso que as vezes, não acredito que terapias resolvam a vida de alguém, mas acho contudo que garantem uma relativa segurança, até porque existirá a certeza de não se estar sozinho.
Hoje em dia, além de eu ainda continuar conversando sobre detestar assimetrias, visto que tento deixar o maior número de vezes meu pé dum jeito e tempo que o outro possa ficar, sem contar ainda o fato paranóico de pisar em linhas de modo que possam ser sempre iguais, bem como certos números precisarem alcançar relativa quantia - essa já melhorou -, apesar disso, sinceramente já me conformo de tentar ser feliz eletronicamente, na internet, ou com meus jogos mecânicos ou virtuais, ou ainda com algum aparelinho novo que apareça por aí mundo adentro, ou afora. Contudo, os livros me salvam, transformam o mundo, seja qual for o mundo, e leva pra outra dimensão, não talvez aquela da realidade nua e crua como de pai de família que trabalha atrás duma eterna prisão - a mesa do escritório - sob forte pressão de emprego e também sobre forte ar condicionado que causa um problema respiratório seríssimo, além de beber assistindo jogo de futebol e olhar para bundas de mulheres para comentar com amigos de trabalho numa possível brecha, mas talvez uma outra realidade dentro das possíveis realidades dos mundos possíveis de realmente existirem.
Não acho que eu seja paranóico, as vezes a dúvida acaba. Talvez eu seja apenas louco segundo Thomas More. Fora isso, está tudo bem!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Uma velha pergunta

Então me diga, o que há de tão importante nessa vida a se fazer?
Mas veja bem, digo importante. Não digo brincadeiras de fingir ser gente grande, ou coisas de mesma ordem, nem veredas de variantes das ordens (que já são tantas a partir do princípio fatídico de citar a primeira, e de acordo com as possibilidades do que se fala aqui).
Mas o que é importante mesmo?
O que é tão necessário mesmo?
Fala sério!
Olha só, tem cabemento brincar de rasgar boca de jararé, ou talvez, sentir prazer em levar picada de escorpião?
Claro que tem cabimento, por mais que não tenha cabimento, acaba tendo.
O negócio, é que a vida tem momentos e lugares, tem dessas e doutras coisas, que não vêm ao caso. E até chega uma hora que nada vem ao caso, nada mesmo.
Mas e daí? Qual o problema?
O que eu quero saber é o que é importante nessa vida, se nada importa. E nada, importa muito.
Imagine então o Niilista Passivo, considere sua posição tão desprezível do mundo, imagine também os criadores dos seres superiores, mas que transformam verdadeiros mutantes, verdadeiros seres tão frágeis, que deslocam-se no tempo, um tempo inexistente, revelador da eternidade, ao mesmo tempo que nem existe passado e futuro.
Imagine então o nada. Imagine que não se sabe mesmo o que é importante, pelo menos teoricamente, ao passo que a resposta para o que é realmente importante não exista, mas de fato, psicologicamente, saiba-se a importância do nada.
É aquela história: não tem sentido, mas faz sentido, entende?
Logo, não importa se é importante, porque se é ou não importante, a mim não me interessa.
E a outrem, bem, não seria relevante dizer, porque discutiríamos a partir do consenso do senso comum, e é necessária uma caminhada na contramão para enxergar e compreender o dito. Por vezes é melhor ter uma premissa antes do comentário, por outras, é apenas importante saber do que se fala, sem grandes dificuldades devido ao preparo já existente.
E na verdade, isso nem importa totalmente, porque depende do sentido, mas, mais do que isso, por certos olhos, não importa porque é fatídico, ainda que não exclusivamente científico. Todavia, discutir isso, causaria uma enorme confusão, devido às provas em questão. E talvez isso, seja menos importante ainda, pelo menos desta vez.

Porque eu sou reflexo do que eu vejo, mas principalmente do que eu não lembro e acho que sei.