Lauro dizia: - Grande Paulo, gosto muito de ti, mas saiba que não posso dizer sempre que estás certo.
E Paulo indaga indignado: - És sempre contra minha pessoa, acho que é amor, é amor escondido em palavras desordenadas e impensadas.
- É exatamente amor, amo-te mesmo amigo. O que não aceito é que mates uma flor para dar de presente a ela. Respondeu Lauro.
E o amigo: - Ah... mas saiba que isso é romântico, pelo menos sempre foi romântico desde que me entendo por gente!
E continua: - Então me diga, o que é tão belo e novo, de modo que possa ser menos insensível perante um ser de vida menos importante?
E Lauro cansado diz: - Dê um sorriso de presente, é tão atual e custa bem pouco: apenas boa vontade.
Mas a última palavra insiste em sair da boca de Paulo:
- E se ela não gostar, o que eu faço?
Vinícius
Cantou o amor, encantou nossos sonhos. Homenagens, singelos agradecimentos.
Arquivo do blog
domingo, 22 de junho de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Porque eu sou reflexo do que eu vejo, mas principalmente do que eu não lembro e acho que sei.


Nenhum comentário:
Postar um comentário